quinta-feira, 20 de abril de 2017

*Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”*

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

*Se não quiser adoecer – “Tome decisão”*

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

*Se não quiser adoecer – “Busque soluções”*

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

*Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”*

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

*Se não quiser adoecer – “Aceite-se”*

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

*Se não quiser adoecer – “Confie”*

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

*Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”*

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

*“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.*

Dr. Dráuzio Varella

http://www.resilienciamag.com/se-nao-quiser-adoecer-fale-de-seus-sentimentos/

quarta-feira, 19 de abril de 2017

6 INDICAÇÕES DE MÉDICOS SOBRE COMO O FARMACÊUTICO PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DO PACIENTE


1 – Precisamos de ajuda com a receita – O farmacêutico, após ter certeza de que o paciente fez uma consulta e que já tem um diagnóstico, pode nos ajudar solicitando a receita e conferindo a prescrição, principalmente com relação à apresentação mais adequada dos medicamentos prescritos para aquele paciente (cápsulas, comprimidos, fracionáveis, solúveis etc).

2 – Auxilie na pesquisa do histórico clínico do paciente – Após checar a receita, investigue todos os medicamentos prescritos por outros especialistas, já que esses pacientes podem ser polimedicados. Esse fato é pouco explorado nos consultórios médicos, principalmente nas emergências hospitalares, o que produz interações medicamentosas que podem ser evitadas com o apoio do colega farmacêutico. Tendo em mãos a lista de todos os medicamentos já utilizados pelo paciente, cruze possíveis duplicidades. Nem sempre o paciente relata ao médico sobre outros medicamentos em uso.

3 – Acione-nos quando necessário – Precisamos que o colega farmacêutico alerte sobre as interações potenciais entre os medicamentos da receita emitida e entre os itens combinados da prescrição com outras receitas anteriores de dos demais especialistas. Se for o caso, podemos fazer as substituições cabíveis ou orientar para que o farmacêutico as faça, dentro de suas atribuições legais.

4 – Dê suporte na orientação ao paciente – Em caso de interações medicamentosas, o paciente precisa ser orientado sobre o motivo da possível troca de prescrição e necessita ainda ser esclarecido sobre a ocorrência de eventos adversos. Muitas vezes, o paciente abandona o tratamento ou altera a posologia por conta própria, deixando de tomar alguma dose do dia por causa desses eventos. Lembre a ele de que, em sua grande maioria, esses eventos adversos já são esperados. Por isso, é fundamental colocar-se a disposição para fazer um acompanhamento farmacoterapêutico junto a esses pacientes.

5 – Explique sobre cada medicamento – Para garantir a adesão ao tratamento, é fundamental que o colega farmacêutico oriente sobre a melhor forma de uso de cada item da receita e de sua lista de medicamentos (em casos de polimedicados). Explique sobre a forma e os horários de tomada, principalmente para os medicamentos de uso oral. Se for o caso, faça uma tabela de horários para cada dia da semana. É fundamental o reforço da informação e o detalhamento feito pelo farmacêutico, inclusive com o fornecimento de informações específicas por escrito para que o paciente possa consultá-las posteriormente.

6 – Acompanhe o paciente – O colega farmacêutico precisa ser incisivo no sentido de avisar ao paciente que retorne em caso de problemas inesperados relacionados aos medicamentos, pois ele é o profissional de saúde que está na ponta da cadeia e que, na grande maioria das vezes, recebe esses pacientes primeiramente. Com o retorno, o farmacêutico pode verificar periodicamente se o paciente continua tomando seus medicamentos e averiguar, se for o caso, eventos adversos por toxicidade crônica cumulativa. Assim, o colega farmacêutico poderá efetuar os ajustes necessários ou encaminhar o paciente para o atendimento médico.

Pesquisa aponta necessidade de integração entre médicos e farmacêuticos

Pesquisa coordenada por farmacêuticos do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), de 2011, acompanhou 28 pacientes da enfermaria do Hospital Universitário (HU) da USP, com idade média de 70 anos. Eles estavam hospitalizados devido às complicações relacionadas às doenças crônicas ou acometidos por infecção, com internação de cerca de dez dias e fazendo uso de extensa polifarmácia. O objetivo do estudo era identificar eventuais problemas com as receitas.

Nas prescrições, os erros mais frequentes encontrados eram terapêuticos (46,5%) e de procedimento (42,7%). No primeiro caso destacavam-se as interações medicamentosas potenciais (28,7% do total) e no segundo, erros de caráter geral (28,0%), como o não cumprimento das regras de prescrição segura, como faltas de espaço entre dose e unidade, receitas fora do sistema internacional de medidas, itens rasurados, entre outros. Além disso, medicamentos potencialmente inapropriados para idosos foram administrados a 21,4% dos enfermos.

Como resultado, a pesquisa apontou a necessidade de integração do profissional farmacêutico às equipes médicas, com destaque para a importância da atuação farmacêutica no cuidado da população e no processo de gerenciamento das receitas para minimizar os problemas relacionados a medicamentos, especialmente os erros de medicação e as possíveis reações adversas.

Para Pochini, o farmacêutico tem conhecimento específico sobre medicamentos e auxilia de maneira fundamental o trabalho do médico no cuidado do paciente e ainda garante a adesão ao tratamento. “Quero destacar a atuação do farmacêutico nas questões que envolvem o medicamento genérico e a eficácia da medicação. Além disso, ele pode realizar uma dupla checagem de efeitos colaterais e das alterações clínicas que prejudiquem o uso da medicação especifica”, comenta.

terça-feira, 4 de abril de 2017

*7 coisas que afetam a sua Frequência Vibracional.*

*7 coisas que afetam a sua Frequência Vibracional.*

1ª – *Os Pensamentos*.
Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, medo, isso tudo vai voltar para você. Por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.

2ª – *As Companhias*.
As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas, fofoqueiras e pessimistas, tome cuidado! Pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor.

3ª – *As Músicas*.
Músicas são poderosíssimas. Se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, abandono, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se: você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.
                                                                4ª – *Coisas que você Assiste*.
Quando você assiste programas que abordam desgraças, mortes, traições, etc. seu cérebro  aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência maiselevada.                                                 
5ª – *O Ambiente*.
Seja na sua casa ou no seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem!

6ª – *A Fala*.
Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a Responsabilidade pelas Escolhas da sua Vida!

7ª – *A Gratidão*.
A Gratidão afeta positivamente a sua frequência vibracional, esse é um hábito que você deveria incorporar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer por tudo, pelas coisas boas e ruins, por todas as  experiências que você já vivenciou. A gratidão abre as portas para que >as coisas boas fluam positivamente na sua vida. Você já agradeceu hoje?" (Autor Desconhecido)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Vladimir Safatle - O fim do emprego

Excelente texto do filósofo e professor da USP Vladimir Safatle publicado n Folha de São Paulo hoje. Recomendo a leitura!

Vladimir Safatle - O fim do emprego

Nunca na história da República o Congresso Nacional votou uma lei tão contrária aos interesses da maioria do povo brasileiro de forma tão sorrateira. A terceirização irrestrita aprovada nesta semana cria uma situação geral de achatamento dos salários e intensificação dos regimes de trabalho, isto em um horizonte no qual, apenas neste ano, 3,6 milhões de pessoas voltarão à pobreza.
Estudos sobre o mercado de trabalho demonstram como trabalhadores terceirizados ganham, em média, 24% menos do que trabalhadores formais, mesmo trabalhando, em média, três horas a mais do que os últimos. Este é o mundo que os políticos brasileiros desejam a seus eleitores.
Nenhum deputado, ao fazer campanha pela sua própria eleição em 2014, defendeu reforma parecida. Ninguém prometeu a seus eleitores que os levariam ao paraíso da flexibilização absoluta, onde as empresas poderão usar trabalhadores de forma sazonal, sem nenhuma obrigatoriedade de contratação por até 180 dias. Ou seja, esta lei é um puro e simples estelionato eleitoral feito só em condições de sociedade autoritária como a brasileira atual.
Da lei aprovada nesta semana desaparece até mesmo a obrigação da empresa contratante de trabalho terceirizado fiscalizar se a contratada está cumprindo obrigações trabalhistas e previdenciárias. Em um país no qual explodem casos de trabalho escravo, este é um convite aberto à intensificação da espoliação e à insegurança econômica.
Ao menos, ninguém pode dizer que não entendeu a lógica da ação. Em uma situação na qual a economia brasileira está em queda livre, retirar direitos trabalhistas e diminuir os salários é usar a crise como chantagem para fortalecer o patronato e seu processo de acumulação. Isto não tem nada a ver com ações que visem o crescimento da economia. Como é possível uma economia crescer se a população está a empobrecer e a limitar seu consumo?
Na verdade, a função desta lei é acabar com a sociedade do emprego. Um fim do emprego feito não por meio do fortalecimento de laços associativos de trabalhadores detentores de sua própria produção, objetivo maior dos que procuram uma sociedade emancipada. Um fim do emprego por meio da precarização absoluta dos trabalhos em um ambiente no qual não há mais garantias estatais de defesa mínima das condições de vida. O Brasil será um país no qual ninguém conseguirá se aposentar integralmente, ninguém será contratado, ninguém irá tirar férias. O engraçado é lembrar que a isto alguns chamam "modernização".
De fato, há sempre aqueles dispostos à velha identificação com o agressor. Sempre há uma claque a aplaudir as decisões mais absurdas, ainda mais quando falamos de uma parcela da classe média que agora flerta abertamente com o fascismo. Eles dirão que a flexibilização irrestrita aumentará a competitividade, que as pessoas precisarão ser realmente boas no que fazem, que os inovadores e competentes terão seu lugar ao sol. Em suma, que tudo ficará lindo se deixarmos livre a divina mão invisível do mercado.
O detalhe é que, no mundo dessas sumidades, não existe monopólio, não existe cartel, não existem empresas que constroem monopólios para depois te fazer consumir carne adulterada e cerveja de milho, não existe concentração de renda, rentismo, pessoas que nunca precisarão de fato trabalhar por saberem que receberão herança e patrimônio, aumento da desigualdade. Ou seja, o mundo destas pessoas é uma peça de ficção sem nenhuma relação com a realidade.
Mas nada seria possível se setores da imprensa não tivesse, de vez, abandonado toda ideia elementar de jornalismo.
Por exemplo, na semana passada o Brasil foi sacudido por enormes manifestações contra a reforma da previdência. Em qualquer país do mundo, não haveria veículo de mídia, por mais conservador que fosse, a não dar destaque a centenas de milhares de pessoas nas ruas contra o governo. A não ser no Brasil, onde não foram poucos os jornais e televisões que simplesmente agiram como se nada, absolutamente nada, houvesse acontecido. No que eles repetem uma prática de que se serviram nos idos de 1984, quando escondiam as mobilizações populares por Diretas Já!. O que é uma forma muito clara de demonstrar claramente de que lado sempre estiveram. Certamente, não estão do lado do jornalismo.
FSP, 24.03.2017