O Hospital Psiquiátrico, um dos descendentes diretos do Manicômio, reproduz a cultura do isolamento e exclusão, trata de forma reducionista a questão do adoecimento mental, eleva espantosamente os custos do cuidado, e produz estigmas maiores ainda, refletidos diretamente naqueles que necessitam do cuidado, mas o negam quando este fica sob a hegemonia de uma instituição, de um espaço naturalmente opressor e reprodutor de discriminações.
10 de Outubro traz o Dia Mundial da Saúde Mental, e nele, chamamos a atenção para a eficiência e importância de uma Rede de Atenção Psicossocial fortalecida pela gestão, trabalhadores(as) e usuarios(as) do SUS, podendo assim, ampliar as potências e resultados do Cuidado Aberto e Comunitário, trabalhar os multifatores relacionados à Saúde Mental, e produzir genuína (re)inserção social, superando o estigma historica e culturalmente imposto sobre a loucura, sofrimento e adoecimento mental. Uma Luta pelos CAPS e demais dispositivos especializados da RAPS, pelo fortalecimento da rede de Atenção Básica, pela melhoria dos cuidados em Saúde Mental na Urgência e Emergência, quando em casos extremos e por períodos curtos se fizer necessário, e pela melhor articulação do cuidados intersetoriais e territoriais! Pois nos territórios a vida acontece, com seus desafios, e também com suas resoluções. Neles residem as questões a serem cuidadas, transformadas, e usadas para a melhoria de vida das Pessoas. Nesse dia, dizemos Não à cultura manicomial. e Dizemos Sim à RAPS, por todo o território Nacional!
Auxiliem-nos a dar continuidade a Reforma Psiquiátrica. Existe muito a ser feito. Apoiem as causas do Grupo Comunidade Solidária!
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terça-feira, 10 de outubro de 2017
Pelos Caps 3!!
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Confira as fotos de Enf no Facebook.
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Pensamento positivo!
Dos mestres iogues aos reggaeiros rastafári, muita gente reafirma o poder da positividade sobre nossas vidas. Procurar ver o lado bom dos problemas nos deixa mais leves e menos amargos. Nem todo mundo se abre a esse lado espiritual, mas um cientista e filósofo sustenta que os benefícios são mais concretos do que se imagina.
Steven Parton é cientista da computação, mas também cursou psicologia na faculdade. Seu interesse por filosofia e neurociência ajudou a carregar suas cargas horárias durante o período universitário, mas também levou a conclusões espirituais e científicas.
Parton escreveu um artigo explicando um pouco sobre como o pensamento positivo transforma nossa atividade cerebral. Nossos pensamentos acontecem por meio de sinapses, ligações entre neurônios. A parte óbvia é que quanto menor a distância que os impulsos nervosos precisam percorrer, mais rápido os pensamentos serão formulados.
O que surpreende é saber que nosso cérebro é capaz de se adaptar para facilitar as sinapses a que estamos mais acostumados, aproximando as ligações mais frequentes. Ou seja, o poder do pensamento é capaz de influenciar fisicamente na nossa composição cerebral!
Parton conta que é possível se treinar para moldar essa estrutura: se esforçando para encontrar o lado bom dos problemas e aprender com eles, facilitamos o caminho para os pensamentos positivos no futuro. E tem mais…
Não são só nossos pensamentos que mexem com o cérebro. Os das pessoas à nossa volta também! Parton afirma que usamos a imaginação para tentar reproduzir os sentimentos dos outros quando interagimos – a famosa empatia. Então, quando nos cercamos de pessoas que reclamam demais ou dedicam muito tempo a falar mal dos outros, acabamos treinando nossos neurônios para agir negativamente.
Tudo isso tem consequências sobre nossa saúde: os pensamentos negativos são causadores de stress. Como resposta, produzimos um hormônio chamado cortisol. O que ele faz?
A ciência liga o cortisol a problemas como dificuldades de aprendizado e memória, diminui a imunidade e densidade óssea, favorece o acúmulo de gordura, aumenta a pressão, o colesterol e os riscos de problemas cardíacos. Também está ligado à depressão e outros problemas psicológicos.
Não viva o futuro e nem o passado! Viva o presente!
sábado, 24 de junho de 2017
"Somos sons e as palavras são sementes".
"Somos sons e as palavras são sementes".
Pronunciar "Sinto muito" devolve a unidade perdida ao viajar pela tua pele, que é o órgão mais extenso, que te conecta e te faz sensível frente às vivências dos demais, te desapega dos resultados e te converte em unidade.
O som "Perdoa-me", faz eco em teu pâncreas e em teu cólon desatando laços, liberando histórias.
E se pudesses ver o que mobiliza um "Sou Grato", sorririas junto a todas as células do teu corpo sacudindo tuas veias, convertendo teu sangue em luz em esse ato desprendido.
“Te Amo" é o som mais curador do Universo. Esta frase cobre teu corpo e viaja através de teus pulmões desobstruindo tua respiração. Percorre teus rins transmutando os medos e faz que milhões de células sorridentes lhe deem energia às células tristes de teu sistema imunológico, ou que algumas outras que nasceram com a arte da jardinagem, semeiam relva suave, fresca e verde ao redor das zonas mais áridas do teu corpo.
Se pudesses ver o que provocam as palavras em ti e nos demais, começarias a observar teus pensamentos, teus silêncios, teus sons e teus ruídos, porque neste oceano de energia que somos, cada onda que emites cria ondas de diversas cores influenciando aos demais.
Sinto muito, Perdoa-me, Sou Grato, Te Amo, devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário.
(HO'OPONOPONO)
