quinta-feira, 2 de outubro de 2014

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fwd: Resenha


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Laisa ABADE <laisa.abade05@gmail.com>
Data: 13 de agosto de 2014 19:43
Assunto: Resenha
Para: Diego da Rosa Leal <diego.sinapse@gmail.com>



FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL BAHIA

Aluna: Laísa Abade Nascimento

Disciplina: Saúde Mental II                           8º Enfermagem 


O processo de enfermagem é um processo sistematização de prestação de cuidados para a solução de problemas encontrados.  É um modo sistemático e individualizado de obter resultados a partir dos cuidados de enfermagem,  respeitando a autonomia e liberdade do cliente para tomar decisões e se envolver no processo saúde-doença.

 O processo de enfermagem apresenta seis etapas, e se utiliza de uma metodologia cientifica da enfermagem, para melhor atender os pacientes portadores de problemas mentais. Este processo é continuo e visa a interações do enfermeiro e paciente para encontrar respostas comportamentais e físicas apresentados.

* Avaliação:

O enfermeiro recolhe dados sobre a saúde do cliente através de entrevista de avaliação, de observação do comportamento (exame do estado mental) e revisão do prontuário.

O enfermeiro deve estabelecer um contrato terapêutico quando poderá:

 Identificar a razão pela qual busca ajuda;

Avaliar os fatores de risco relacionados à segurança do cliente;   

 Realizar uma avaliação biopsicossocial das  necessidades do cliente relativas ao tratamento.  

 * Diagnóstico

 O diagnóstico de enfermagem é a resposta comportamental do cliente ao stress. A enfermagem psiquiátrica de saúde mental é o reconhecimento e identificação para as respostas a doenças psiquiátricas.

 

* Identificação do Resultado:

Os resultados encontrados devem ser mensuráveis e ter um tempo estimado para serem atingidos, sendo assim realistas a qual a necessidade do paciente.

-          Estabelecimento de metas com o cliente;

-          Estabelecimento de critérios para a evolução final desejada para o cliente;

-          Estabelecimento de critérios para evolução final desejada para a família. 

* Planejamento

O enfermeiro desenvolve um plano de cuidados que prescreve intervenções para a aquisição de resultados esperados. Para cada diagnostico encontrado são selecionados as intervenções que convêm ao caso do paciente.

O plano de cuidados deve ser sempre individualizado.

A documentação do plano de cuidados é uma atividade essencial da enfermagem.

    

* Implementação 

Na implementação do plano de cuidados, o enfermeiro utiliza intervenções que visam prevenir a doença mental e física e promover, manter e restaurar a saúde mental e física.

O enfermeiro usa intervenções de aconselhamento, ajudando na melhora ou reconquista de habilidades de enfrentamento, apoiando a saúde mental.

O enfermeiro propicia um ambiente terapêutico em colaboração com o cliente e demais membros da equipe multidisciplinar.

* Avaliação Final

O cuidado de enfermagem é um processo dinâmico envolvendo a modificação do estado de saúde do cliente ao longo do tratamento, criando a necessidade de novos dados, diferentes diagnósticos e modificações no plano de cuidados.   Portanto, a avaliação é um processo contínuo de determinação do efeito das intervenções de enfermagem e do regime de tratamento sobre o estado de saúde do cliente e os resultados esperados. 

GRUPOS TERAPÊUTICOS

O Plano terapêutico aqui sugerido tem a finalidade de atender os objetivos de instituições hospitalares de referência assim como para serviços substitutivos em saúde mental. Um plano terapêutico em saúde mental está direcionado a oferecer uma assistência mais especifica ao doente mental, ou portador de um transtorno mental ainda que seja este transitório. Atualmente novas formas de abordagens veem a se contrapor a velha e tradicional forma de assistência ao doente mental. Além do que preconiza a reforma psiquiátrica, também surge uma nova forma de condução a assistência aos usuários dos serviços de saúde.

Objetivos:

*Assistir a reinserção social dos usuários através de ações multiprofissionais que envolva educação, trabalho terapêuticos, atividades esportivas, cultura e diversão.
*Trabalhar a qualidade de vida dos usuários e seus familiares através de atividades realizadas por equipe multiprofissional com assistência grupal e individual.

*Reconstruir uma melhor qualidade de vida para usuários e familiares através de ações terapêuticas assistidas.

*Utilizar suporte ao atendimento em regime de atenção sistemática e diária.

*Minimizar o transtorno apresentado pelo paciente em regime de internação.

 

 

-Socioterapia 

Na Socioterapia são utilizados técnicas e métodos terapêuticos que tem como propósito, a reinserção e readaptação do individuo dentro do contexto sociocultural no qual está inserido. E que por algum motivo se encontram perdidos, ou até mesmo marginalizados.

-Oficina Terapêutica

As oficinas têm como objetivos realizar encontros através de atividades terapêuticas, cujo propósito é promover o exercício da cidadania de pacientes portadores de algum transtorno através na maioria das vezes da arte como forma de inclusão social. Desenvolver habilidades motoras, criatividade e afasta a ociosidade.

 

-Oficina de Canto 

Tem por finalidade oferecer ao paciente um ambiente que priorize o bem estar e alegria de viver, e ao mesmo tempo despertar no individuo o gosto pela musica. Além de minimizar a tristeza as angustias tão comum aos portadores de transtornos mentais. 

 

-Cozinha Experimental

Utilizar a cozinha experimental como  uma atividade ocupacional e terapêutica, através da culinária regional, a fim de oferecer aprendizados sobre o ato de fazer e preparar alimentos, utilizando técnica culinária regional adequada às necessidades do usuário para educação e promoção da saúde. Integrar e sociabilizar pacientes em virtude da cozinha regional.

 

-Atividades de Leitura na Biblioteca

Uma atividade através da leitura em biblioteca se torna ainda mais importante para o paciente quando a atividade e realizada assumindo um caráter terapêutico. Favorecer a leitura e atualização do paciente.

 

-Grupos  Terapêuticos 

Esta técnica pode ser realizada em diversas situações, entre elas podemos citar a formação de grupos operativos com familiares de pessoas portadoras de doenças mentais, grupos com atletas, com usuários de drogas, e um grande numero de opções para realização desta técnica. Essencial para integração entre usuários em processos de identificações.

 

 -Grupos Operativos 

Na realização dos grupos operativos existem vínculos, que teoricamente é composta por uma estrutura bastante complexa - isto porque dentro de um grupo sempre haverá interferências de um personagem nas relações. Oferecem condições ao profissional e aos pacientes de trabalharem as dificuldades relacionadas à sua enfermidade.



-Grupos de Familiares


Trabalhar o tema família e doença mental tem por objetivo o interesse de compreender como é a vida cotidiana do familiar do portador, por exemplo, de doença mental grave. Minimizarem a dor e sofrimento de familiares.

 

-Grupos Especiais - Formação de grupos com usuários de Substancia ilícitas  para Conscientização e Redução de danos.

 

-Grupo de Alcoólicos Anônimos

Durante sua primeira década, Alcoólicos Anônimos acumulou uma experiência substancial que indicava que certos princípios e atitudes em nível de Grupo tinham grande valor para assegurar a sobrevivência da estrutura da Irmandade.  possíveis encaminhamentos aos grupos de Alcoólicos em suas comunidades.

 

-Atendimento Clínico Individual

Personalizar atendimento ao paciente portador do transtorno. 

 

-Atendimento Multiprofissional  

O Atendimento Multiprofissional é um tipo integrado de atividade, em que vários profissionais, em suas instituições, utilizam com forma de melhor interagir frente aos problemas de saúde mental. Possibilitar a equipe o relacionamento interdisciplinar completando o entendimento sobre o quadro clínico do paciente. 

 

-Passeios Terapêuticos [Programados]  

Oferecer situações capazes promover a reinserção do paciente no meio social.

 

-Horta Terapêutica 

A horta terapêutica é uma atividade auxiliar no tratamento de pacientes portadores de transtorno mental seja ele grave ou não. Esse tipo de terapia é uma atividade ocupacional, que em primeiro lugar deve ser destinada ao paciente que se identifica por esse tipo de atividade. Oferecer condições ao paciente de desenvolver atividades relacionadas à cultura regional do meio em que vive. 

 

-Biodança

A Biodança é uma técnica terapêutica criada pelo Psicólogo e Antropólogo Chileno Rolando Toro Araneda.  Biodanza do espanhol é um neologismo do grego Bio = a vida + dança que em nosso entendimentos significa a "dança da vida". Seu principal objetivo é a integração afetiva humana através de um encontro não verbal utilizando como instrumento a musicas. Através da musica e da dança de forma descontraída auxiliar na formação da expressão corporal.

 

-Psicodrama 

Psicodrama pode ser aplicado em duas áreas distintas, a Psicoterapêuticas e a pedagógica. É uma técnica baseada em atividades realizadas em grupo, cujo fundamento é a espontaneidade e criatividade e a teoria dos papeis. Possibilitar ao grupo de pacientes o desenvolvimento de um tema através da representação e do compartilhamento.

 

Portanto, os grupos terapêuticos têm como finalidade ajudar pacientes que apresentam algum distúrbio mental ou transtorno, fazendo com que eles se sintam integrados na sociedade por meio de atividades de interação e constituição da personalidade.




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Seu irmão em Cristo, nosso Senhor.
DIEGO DA ROSA LEAL
Enfermeiro - COREN ID 98607

Fwd: Resenha Crítica sobre Promoção da Auto-estima


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Maria Luíza Costa <marialuizabcg@gmail.com>
Data: 2 de setembro de 2014 07:53
Assunto: Resenha Crítica sobre Promoção da Auto-estima
Para: Diego da Rosa Leal <darosaleal.diego@gmail.com>


A auto-estima é um componente essencial para a sobrevivência psicológica, visto que ela expressa a quantidade de valor que o ser humano agrega a si mesmo e colabora para a satisfação de necessidades humanas básicas. Esta agregação de valores, proveniente da consciência que o indivíduo tem sobre si mesmo, pode se dar de forma positiva ou negativa, colaborando para o aparecimento de distúrbios da auto-estima.

O conhecimento do indivíduo sobre si próprio é baseado na conceituação do eu, que constitui no conjunto de sentimentos e opiniões que se tem de si mesmo em um dado momento, oriundo da percepção das relações interpessoais e que irá direcionar o comportamento pessoal.

O conceito do eu é constituído pelo "eu físico", formado pela coleção de informações resultadas da avaliação pessoal dos aspectos físicos associada aos processos afetivos e cognitivos, pela "identidade pessoal", onde o indivíduo realiza uma auto-avaliação acerca da sua moral-ética, uma tentativa de manter a imagem do eu estável mesmo sendo negativa, e uma percepção do que o indivíduo deseja ser ou fazer, e pela "auto-estima", que consiste no grau de estima que há sobre si próprio.

O desenvolvimento da auto-estima positiva se dá pelo sentimento de poder sobre determinada situação, pela capacidade de se sentir amado, pelas ações que expressem valores pessoais, morais e éticos, pela capacidade do indivíduo se desempenhar ou atingir expectativas, e pelo estabelecimento de limites de forma consistente.

O desenvolvimento da auto-estima é realizado por toda a vida do individuo, segundo a teoria do desenvolvimento de personalidade, que aborda oito crises de transição ou maturação influentes a auto-estima de acordo com suas resoluções, sendo elas confiança versus desconfiança, autonomia versus vergonha e dúvida, iniciativa versus culpa, indústria versus inferioridade, identidade versus confusão de papéis, intimidade versus isolamento, produtividade versus estagnação, integridade do ego versus desespero.

A auto-estima baixa se manifesta através de estímulos focais, que são preocupações imediatas que ameaçam a auto-estima e o estimulo para o comportamento atual, estímulos contextuais, que estão presentes no ambiente e contribuem para o comportamento causado pelo estímulo focal, estímulos residuais, que são fatores que podem influenciar o comportamento desajustado formado a partir de estímulos focais e contextuais, e sintomatologia, que alcança uma larga escala, afetando não só os aspectos psiquiátricos, mas também expressando-se por somatizações.

Com a finalidade de estabelecer o espaço individual físico e psicológico deve haver o estabelecimento de limites, colaborando para uma melhor definição do eu e conseqüente qualidade da auto-estima, sendo os limites rígidos, quando não há oportunidade aquilo que é novo, flexíveis, que são sadios e tornam o indivíduo capaz de adentrar novos limites, e entrelaçados, caracterizados pela mistura com os limites do outro conferindo incapacidade de traçar seus próprios limites.

 Visto que a baixa auto-estima interfere na saúde do indivíduo causando uma abrangência de sintomatologia e que pode ser expressa no paciente simplesmente por ele estar internado, fazendo tratamentos longos, ou ter passado por um processo cirúrgico radical, devido determinada patologia, agravando seu quadro clínico, o profissional de enfermagem deve estar atento às expressões do paciente, seu modo comportamental, à sua história. Dessa forma o enfermeiro poderá perceber uma auto-avaliação negativa do cliente, terá capacidade para realizar o diagnóstico de enfermagem para baixa auto-estima e auxiliará o paciente a assumir responsabilidade pessoal, pensar acerca dos seus pontos positivos e resolver o fator de ameaça à auto-estima.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

Townsend, Mary C. (2002). Enfermagem Psiquiátrica: conceitos de cuidado. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.




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Seu irmão em Cristo, nosso Senhor.
DIEGO DA ROSA LEAL
Enfermeiro - COREN ID 98607

Fwd: Resenha Crítica sobre Treinamento Assertivo


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Maria Luíza Costa <marialuizabcg@gmail.com>
Data: 2 de setembro de 2014 07:52
Assunto: Resenha Crítica sobre Treinamento Assertivo
Para: Diego da Rosa Leal <darosaleal.diego@gmail.com>


              O comportamento assertivo é caracterizado pela capacidade do indivíduo defender seus interesses, se firmar em uma posição sem se sentir ansioso excessivamente, mas expressar franqueza e segurança, e exercer seus direitos sem afetar os direitos da outras pessoas. Quando um indivíduo não se comporta assertiva, acarreta para si e para as pessoas em seu meio, conseqüências emocionais, necessitando de um treinamento assertivo.

            Ser assertivo significa agir com uma postura franca, direita, adequada e respeitosa, tanto com relação aos direitos pessoais quanto ao direitos de outras pessoas, o que garantirá aumento da auto-estima, sentimento de bem estar consigo mesmo, e o desenvolvimento de relacionamentos interpessoais satisfatórios.

       A franqueza é a característica mais importante do comportamento assertivo, não significando que tudo o que se é pensado seja exposto explicitamente, mas sim significando que a exposição de pensamentos, opiniões, ou sentimentos, deve ocorrer de forma precisa, direta e clara, ao mesmo tempo que promove o respeito por si próprio e pelos outros.

            Para que uma comunicação seja considerada assertiva, além da sinceridade, objetividade e respeito com que algo seja declarado é necessário ainda que ela ocorra em um contexto adequado, sendo observado a localização onde a comunicação é realizada, se há oportunidade para que ela ocorra, a maneira como a declaração é feita, com relação a tom de voz e o emprego de gestos não verbais, pois todos estes aspectos devem estar adequados à situação.

            Os direitos que são afetados quando não há comunicação assertiva são chamados de direitos humanos assertivos, sendo eles direito de ser tratado com respeito, expressar sentimentos, opiniões e crenças, dizer não sem se sentir culpado, cometer erros e aceitar suas responsabilidades, ser ouvido e levado a sério, mudar de opinião, pedir o que quer, se colocar em primeiro lugar periodicamente, estabelecer prioridades próprias, e recusar justificativas para seus sentimentos ou comportamentos.

Quando o indivíduo não possui comportamento assertivo ele pode estar realizando um comportamento não assertivo ou passivo, onde o paciente busca agradar ao outros negando seus próprios direitos, um comportamento agressivo, onde o paciente defende seus direitos violando os direitos do outros, ou um comportamento passivo-agressivo, onde o paciente defende seus direitos expressando resistência a exigências sociais ou ocupacionais.

Os comportamentos passivo, agressivo e passivo-agressivo, requerem um reajuste para que o paciente seja capaz de desenvolver o comportamento assertivo, sendo este reajuste promovido através de técnicas como defender os próprios direitos humanos básicos, assumir responsabilidade pela própria afirmação, repetir o que deseja sem alterações, concordar de forma adequada, indagar de forma adequada, analisar o que ocorre na interação com outra pessoa, adiar discussões e ser irônico de forma adequada.

O profissional de Enfermagem constitui diversos relacionamentos no seu ambiente de trabalho, com a equipe que supervisiona, profissionais de outros setores, o superior que é supervisionado, o paciente e seus familiares, e é responsável pela qualidade do relacionamento, principalmente se referindo ao paciente. Portanto é importante para a implantação do treinamento assertivo que o enfermeiro de fato tenha ciência dos tipos de comportamento e das técnicas de realização de treinamento, além de fazer uma auto-reflexão sobre o seu comportamento perante o cliente, para que o mesmo alcance a assertividade de forma eficiente e coerente.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

Townsend, Mary C. (2002). Enfermagem Psiquiátrica: conceitos de cuidado. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.




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Seu irmão em Cristo, nosso Senhor.
DIEGO DA ROSA LEAL
Enfermeiro - COREN ID 98607